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12 de julho de 2013

Apresentação da nova autora!



Oi, gente!
Vim me apresentar pra vocês. Me chamo Andressa, tenho doze anos e sou a nova autora do blog.
Foi meio do nada, eu sei. Mas de repente, em uma conversa entre a Rai e eu, nos surgiu a idéia e aqui estou.
Sei que bastante gente não acredita muito na maturidade de pessoas da minha idade e as julgam como criança. Isso até me deixa um pouco chateada às vezes, mas de tanto ouvir esse tipo de coisa, já até me acostumei.
Meu propósito aqui é, além de expor meus sentimentos para pessoas que eu acredito que possam me compreender e se identificar comigo, mostrar que não devemos generalizar. Não é um simples número que determina a capacidade mental e a maturidade de alguém, e sim, o modo como ela pensa e age em relação as situações que enfrenta.

Bom, agora falarei um pouco mais sobre mim, para que possam me conhecer melhor. Não quero que a apresentação se torne muito extensa, então vou colocar aqui apenas o que acho necessário.
Sou gaúcha, nasci e atualmente moro na cidade de Alvorada. Estou na sexta série do ensino fundamental. Possuo uma deficiência chamada deficiência visual, e por causa dela uso o computador com a ajuda de um leitor de telas. Ao contrário do que as pessoas costumam pensar, essa deficiência nunca me atrapalhou em nada, muito pelo contrário, ela até me ajuda a ser uma pessoa mais forte, visto que o preconceito é algo presente nos dias atuais. Participo de uma ONG que auxilia a pessoas com essa e com outras deficiências e fico muito feliz por poder retribuir a ajuda que um dia eu precisei.
Amo escrever nas horas vagas, principalmente naquelas em que predomina o baixo astral. É quando mais me inspiro para isso.
Sonho em escrever um livro e publicá-lo algum dia, e recentemente tive uma experiência com a atuação, coisa que me agradou bastante e em breve poderei mostrar o resultado.
Enfim, acho que é isso. Qualquer dúvida, podem me procurar no twitter (@dessaamatos), ficarei muito feliz em conversar com vocês. Beijos e até a próxima!


9 de maio de 2013

Um texto baseado em sentimentos reais.


Estranho escrever sobre você mais uma vez. Mas quer saber de uma coisa? Eu gosto.
É como se essas palavras pudessem me levar até você. Parece bobagem. Mas não é, pra quem sente o mesmo, apenas. Gosto de falar sobre você e do jeito como olha o mundo. Um garoto de pouca idade que parece já ter vivido as experiências mais loucas dessa vida.

Fico bastante impressionada como a forma que você usa as palavras, seja falando ou compartilhando suas experiências em suas redes sociais. Acho que nunca conheci alguém tão maduro. Gosto quando exala alegria e consegue mudar o dia de alguém. Gosto quando conta piada e me faz rir descontroladamente, mesmo que nem tenha tido tanta graça assim. Acho que você sabe, sou boba com essas coisas.

Gosto do seu sotaque e daquela sua camisa do bob esponja que te deixa com o ar de meninão bobo, mais do que você já é. Gosto quando faz o possível pra dar atenção á milhares de corações apaixonados, mesmo que eu deseje ter sua atenção só pra mim. E não venha me dizer que sou egoísta, você é o causador disso. Lembra?

Gosto do seu óculos de nerd e das suas milhares de caretas pra tirar foto, mesmo quando você não se decide qual será a sua preferida. E eu quero te dizer que todas ficaram boas, mas opto pelo silêncio. Gosto do seu vício pelo café e da forma como lida com os problemas. Gosto da sua velha mania de mexer no cabelo a todo instante e de quando você sorri.

Sei que você se perguntará porque ando escrevendo sobre você e antes de terminar esse texto quero que saiba a resposta. Gosto de deixar registrado através das palavras tudo o que jamais quero esquecer. Espero que você fique feliz ao saber.

29 de dezembro de 2012

Perfeitos detalhes.

Eles não se conheciam.
Viviam em mundos completamente diferentes, nunca haviam se cruzado, muito menos sabiam da existência um do outro. Ela sonhava, vivia no mundo dos sonhos, vivia o irreal. Ele certamente vivia no mundo real, mas ele era diferente dos outros caras, pelo menos de todos que ela ja havia conhecido. Ela nem imaginava que ele poderia ser real, afinal nunca tivera a chance de conhecer alguém igual. Mas ela nem imaginava que o encontraria no lugar menos provável, porém não houve contato imediato. Estavam tão perto e ao mesmo tempo tão longe. Mas apesar disso, entre tantas pessoas, ela o notou. E como? Seu sorriso a encantava. Sim, ela prestava atenção. Mas isso ela deixou guardado em seu coração. E assim os dias seguiam. Elas jamais imaginou que por trás daquele sorriso havia alguém tão, tão parecido com ela. E tão diferente de todos, vale ressaltar... E sem nem ao menos esperar, o destino o colocou ao seu lado. Quem poderia imaginar? Conversas, conversas e mais conversas. A cada uma delas, ia descobrindo quão aquele ser se parecia com ela. Se perguntava se isso de fato era possível, não acreditava. Se encantava. Ele, um verdadeiro príncipe, sabia como arrancar o melhor sorriso dela e sem nem ao menos ter conhecimento disso. Ela achava tão incrível como a conversa entre eles fluía naturalmente, o tempo passava rapidamente e ela nem se dava conta. Queria mesmo era poder congelar o tempo para que ele nunca saísse do lado dela. Voltava pra casa feliz, porque enfim havia encontrado alguém que se importava com ela, era tão gentil, tão encantador. Ele talvez nem notara que ela o observava sempre que podia, cada gesto, cada palavra, cada detalhe, cada sorriso, o sorriso que tanto a encantava. E pensava como um ser humano poderia ser tão encantador daquela maneira, porque Deus nunca havia lhe dado a chance de conhecê-lo antes? Mas acreditava que as coisas tinham seu tempo certo para acontecer. Mas como nada que a deixava feliz durava muito tempo, algo teve que acontecer. E mais uma vez eles voltaram ao início de como as coisas eram quando ela passora a frequentar aquele lugar. Tão perto e ao mesmo tempo tão longe. Mas agora com uma diferença: Eles tinham liberdade o suficiente para se comunicar, para trocar muito mais do que um simples e tímido bom dia. Hoje ela torce e pede todas as noites para que ele nunca saia da vida dela assim como muitas pessoas que ela guardava em um cantinho especial do coração saíram. E que também no meio do corre-corre do dia-a-dia ela consiga trocar mais do que meias palavras com ele. Porque agora ele é importante pra ela e a faz sentir algo tão diferente de tudo que já sentiu na vida. E que assim permaneça por muito tempo.

16 de novembro de 2012

Entre o bem e o mal.

Em todos meus dezenove anos jamais me senti deslocada do mundo. Jamais me senti desmerecedora de tudo o que eu construí até hoje. Tudo bem que não foram tantas coisas assim, mas não importa, eu construí.
Em toda minha vida jamais senti tanta necessidade de cuidar de algumas pessoas como sinto hoje, de lutar pela felicidade delas mesmo sabendo que eu iria contra o pensamento que algumas pessoas julgam ser certo.

Nunca me senti tão responsável pelas pessoas que amo, talvez, porque sem elas eu jamais seria nada.
Talvez eu tenha me privado desse mundo real por todo esse tempo, justamente pelo fato de ter medo de encarar a realidade, de encarar o bem e o mal, que vivem lado a lado em disputa por um pequeno espaço.
Tenho tantas perguntas, mas não tenho nenhuma resposta.

Algumas palavras quando usadas de forma inadequada podem fazer um estrago e aí não tem mais jeito, essas palavras conseguem destruir o que você tinha de melhor dentro do seu coração. E por um minuto penso que eu jamais deveria ter saído do meu mundo imaginário, onde as coisas eram perfeitas, onde não havia lugar para maldade, onde as pessoas eram puras e ainda sabiam o significado de "amar ao próximo".

Mas uma boa dose de realidade as vezes faz bem, porque só assim você consegue enxergar quem realmente te quer bem e por quem ainda vale a pena lutar. E hoje sei pra quem devo estender as mãos e a quem devo dar valor. Sejam bem vindos ao mundo real.



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